segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Musicoterapia, comportamento, educação e saúde

Artigo publicado no blog: Musicoterapia e Qualidade de Vida

Fala-se muito na falência do sistema educacional, em politicas e projetos sociais, para melhorar a qualidade de ensino, e diminuir a violência que grassa por todo planeta, com requintes de maldade jamais imaginados até mesmo nas populações mais primitivas.

Até que ponto a música pode ter um significado importante influindo no comportamento das pessoas?

Podemos observar que alguns estilos musicais vigentes são bastante agressivos tanto no que diz respeito ao ritmo, melodia e letras, sem contar o alto volume em que são ouvidas e que por si só já é suficiente para causar em princípio, problemas auditivos incluindo surdez irreversível.

Considerando-se que a música tem um papel importantissimo no que diz respeito a emoção automaticamente influencia diretamente nosso comportamento.

Alguns segmentos da sociedade, tais como hospitais e indústrias já estão usando a música como coadjuvante na solução de problemas físicos e psiquicos. Algumas pessoas também estão inserindo a música em projetos sociais com resultados surpreendentes, no sentido de estimular a criatividade, retirar pessoas do vício de drogas e até mesmo na profissionalização de menores carentes, haja vista o exemplo que nos é dado no filme "Orquestra de Meninos", já em cartaz.

O papel da musicoterapia torna-se importante a medida que é feito um inventário de interesses musicais, como por exemplo: que tipo de música estamos ouvindo, quais as nossas preferencias de estilos, ritmos e qual o significado das letras dessas músicas. Essa indagações podem levar ao conhecimento dos conteúdos emocionais e psicológicos que estão atuando como elemento desencadeante de vários problemas e comportamentos e que via de regra afetam diretamento o organismo provocando várias doenças.


O fato de se ouvir constantemente um determinado tipo de música com melodia e letras deprimentes, podem estar demonstrando e reforçando esquemas inadequados de baixa auto -estima, resistencia, patologias etc. e assim sendo aspectos psico-emocionais importantes poderão ser aferidos através da aplicação de um inventário assim, feito por profissionais competentes.

Recentemente foi aprovado um projeto de lei que obriga o ensino e uso da Música nas escolas. Finalmente!!!

Assim sendo acreditamos que tanto o ensino da música como a aplicação de técnicas musicoterápicas poderão exercer um papel importantissimo contribuindo inclusive para a evolução planetária.

Abigail Baraquet - Musicoterapeuta e Psicóloga

domingo, 23 de janeiro de 2011

Satsangs

O grupo RAJ participa de outras atividades ligadas a música. No Espaço, são realizados Satsangs com a banda Sidarta. Confira vídeo com a apresentação do dia 18/12 da Banda Sidarta:



Em São Vicente, no espaço do Grupo RAJ, fotos da apresentação da banda Sidarta:


sábado, 1 de janeiro de 2011

Mitoterapia - Os Doze Trabalhos de Hércules

O que Hércules simboliza: Trata-se de um conhecido herói da mitologia, que existe em cada um de nós. Todos somos Hércules trabalhando sobre a Terra, caminhando mais lenta ou rapidamente, de  conformidade com a vontade, compreensão ou necessidade de cada um. Ele percorre os caminhos que todos percorremos através das encarnações, vivências e provas que encontramos em nosso cotidiano, sob diferentes fórmas.

Esse estudo nos leva a refletir sobre várias questões que nos parecem obscuras, visualizando  o maior número de ângulos possível, sem tirar conclusões apressadas. É muito importante que estejamos atentos aos sinais que aparecem, através de sonhos, “coincidências” insigths, etc, e que costumam vir em nosso auxilio na superação de problemas no decorrer do nosso processo evolutivo.

Cada um dos trabalhos, significa uma etapa vencida e conseqüentemente um rito de passagem  para a seguinte. Algumas vezes é necessário voltar atrás e  rever alguns conceitos apreendidos em etapas anteriores, para reformulá-los, ou até mesmo para usufruir da  experiência adquirida. Por essa razão veremos que no decorrer do processo, nosso herói é obrigado a repetir  experiências que não foram bem cumpridas e/ou suficientemente  introjetadas.

Vivência realizada  pelo Grupo RAJ no 6ºBPMI. Contamos com a participação especial da artista plástica Elaine Porta. O psicólogo João Carlos Gomes também acompanhou o trabalho juntamente com alguns oficiais da corporação.

A artista plástica Elaine Porta e o psicólogo  João Carlos Gomes




quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Pesquisadores japoneses afirmam: musica faz bem a saúde

Pesquisadores japoneses descobriram que o hábito de cantar pode trazer benefícios surpreendentes para a saúde. Especialmente para a saúde das pessoas mais velhas, como mostra o correspondente Roberto Kovalick.

Atenção senhores passageiros: vai partir o karaokê sobre rodas! A ordem da comissária é: "apertem o cinto, sigam a letra e se divirtam". Todos os dias o ônibus musical sai lotado. Os pontos turísticos de Tóquio servem de inspiração. A maioria dos passageiros tem em torno de 60 anos e muitos são frequentadores assíduos. "Este passeio me deixa muito feliz, quero cantar até o dia em que morrer", diz a aposentada.

No ônibus ninguém liga se os cantores são afinados ou não. Se a música é um clássico ou brega. O importante é cantar. Um estudo feito em Tóquio mostrou que isso ajuda a combater males ligados ao envelhecimento. Os inventores do karaokê descobriram uma razão científica para soltar a voz.

O estudo foi feito em um hospital que trata idosos com doenças como Alzheimer e sensilidade. O criador do método, Takehiko Akaboshi, de 80 anos, acompanha no teclado. A mulher dele mostra que os instrumentos têm calosidades, que estimulam as terminações nervosas das mãos. E explica que, ao seguir a música, os idosos desenvolvem a coordenação motora.

A professora incentiva os alunos: "Depois dos 60, a gente começa a curvar a coluna. Quando enche o pulmão para cantar, a coluna se ajeita automaticamente".

Um grito de "viva" para animar, o aquecimento das cordas vocais e o ensaio dos instrumentos. Aos poucos, eles vão pegando o jeito. E se transformam num coral afinado e no ritmo. É um feito enorme: muitos deles não respondiam a estímulos, não sorriam e alguns nem falavam.
A pesquisa feita pelo médico Kazutomi Kanemaru analisou o cérebro de sete idosos com Alzheimer. Só um não teve melhoras. Na reportagem, imagens mostram manchas vermelhas e amarelas que são áreas do cérebro que não estão funcionando normalmente. Em uma nova imagem, feita oito meses depois, as áreas vermelhas e amarelas ficaram maiores, o que significa que voltaram a funcionar.
O doutor Kanemaru alerta que a música não cura as doenças da velhice, mas retarda os efeitos, melhorando a qualidade de vida.

A turma do ônibus musical não tem nenhuma doença degenerativa. Eles cantam por diversão e prevenção. E se essa cantoria toda incomodar alguém, agora eles têm uma boa desculpa: foi o médico que mandou.

Clique aqui para assistir um vídeo sobre o assunto.