quinta-feira, 31 de março de 2011

Palestra para mulheres policiais militares

Palestra sobre musicoterapia que aconteceu durante o Encontro da Mulher Policial Militar - CPI6/ UIS, na Universidade Monte Serrat, na última segunda-feira (28).

Na ocasião, as policiais vivenciaram a importância da musicoterapia e seus benefícios provenientes das técnicas, participando ativamente de todo o processo de cantoterapia, psicomotricidade musical e psicosonoridade.

A receptividade foi ótima. Podemos dizer que as PMs se surpreenderam e nos gratificaram com a participação ativa. No começo, apenas observaram curiosas. Mas, com o decorrer da palestra, se desinibiram, fizeram os movimentos e soltaram a voz. Na psicosonoridade, conseguiram atingir um estado de relaxamento e meditação profundos.

Compreenderam a influência que a música e os sons exercem no nosso organismo, atuando como medida de prevenção ao estresse, a depressão, problemas de ordem psico emocinal e social as quais estão sujeitos profissionais que trabalham com situações traumáticas, como os policiais militares, por exemplo.

Veja as fotos do encontro:

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sexta-feira, 25 de março de 2011

Musicoterapia nas empresas


O grupo RAJ também realiza atendimentos em empresas

Hoje a maioria das empresas reconhece que o profissional com qualidade de vida produz mais, é mais criativo e está mais bem disposto a resolver os problemas. E ainda: aliar o bem-estar profissional ao pessoal deixa o ambiente de trabalho muito mais saudável e leve.

O trabalhador se sente motivado, bem-humorado. Assim a imagem da corporação é beneficiada.

Para promover relaxamento e equilíbrio, algumas empresas até oferecem para os funcionários terapias alternativas, entre elas, a musicoterapia.

A técnica proporciona diminuição no estresse, maior integração entre equipe, motivação e melhores condições para resolver problemas e lidar com a pressão do dia-a-dia.

O vídeo abaixo, muito criativo, exemplifica a ação positiva da música no ambiente de trabalho.

video

sábado, 19 de março de 2011

Musicoterapia no Vila Mulher

O Grupo RAJ foi destaque em matéria sobre musicoterapia no portal Vila Mulher. Clique aqui para visualizar.



A musicoterapia tem o objetivo de integrar uma pessoa ou um grupo para que ela possa se desenvolver em seu meio tendo uma maior qualidade de vida, se reabilitando ou até mesmo desenvolvendo seus potenciais.
Existe um espaço em São Vicente, na Baixada Santista, que trabalha essa prática com adultos que procuram uma redução do estresse e da depressão.

Trata-se do grupo RAJ (composto pelo trio Rogério Baraquet, Abigail Baraquet e Jaime Lopes) que possui a proposta da Musicoterapia Dinâmica, responsável por fazer com que as pessoas participem ativamente de todos os processos, que incluem dentre outros, a psicoterapia sonora, a psicomotricidade ritmica e a cantoterapia.

O processo terapêutico se dá de maneira dinâmica e muitas vezes lúdica. Sem a exigência da verbalização, a atividade é realizada com músicas diferenciadas, sem conteúdo emocional, produzidas pelo músico Rogério Baraquet e desenvolvida durante as aulas com o apoio do professor de ritmos Jayme Lopes. A "vivência" (termo usado pela musicoterapeuta Abigail Baraquet) pode ser realizada toda semana, mas ela aconselha uma frequência quinzenal, porque as atividades são intensas e seus efeitos prolongados.

Abigal, que é psicóloga há mais de trinta anos, especializou-se na área da Musicoterapia e há dez anos e realizou um excelente trabalho junto ao corpo da Polícia Militar do Estado de São Paulo. "Eu participava da Subcomissão da Polícia Comunitária de São Vicente junto com o Jayme. A partir daí começamos a trabalhar a valorização e a motivação da Polícia Militar através da musicoterapia. Por conta da postura e rigidez que eles possuem em função do cargo, eram trabalhados o equilíbrio, a concentração, a atenção, entre muitas outras coisas, inclusive a autoestima.

O Projeto da Self-Music, que conta com várias das técnicas da musicoterapia realizada no espaço em São Vicente, trabalha com no máximo dez pessoas e também atendem grupos de empresas/indústrias que procuram aumentar a motivação de seus funcionários. "Nesse projeto a pessoa é obrigada a entrar num nível do inconsciente através dos sons, a carga de energia negativa acumulada é eliminada e, depois de um tempo, por meio dessas técnicas, a pessoa que vem em busca de auxílio para algum problema, tem a capacidade de soluciná-lo sozinha", explica Abigail.

Para mais detalhes, existe o blog e o espaço do Grupo RAJ fica na Avenida Quintino Bacaiúva 917, em São Vicente. Telefone: (13) 3466-4615.

Por Jessica Moraes

quarta-feira, 16 de março de 2011

Mitoterapia - As éguas de Diomedes


Conheça o significado simbólico de cada mito que compõem os doze trabalhos de Hércules, uma vivência que une a mitoterapia, psicologia, arte e psicosonoridade.

O primeiro:

Vivência no 6º BPMI

Diomedes, Rei da Trácia, filho do Deus da Guerra, era cruel e violento. Ele possuía quatro éguas e as alimentava com carne humana dos estrangeiros que vinham ao seu país. A tarefa consiste em capturar as éguas e por fim aos seus malignos atos que assolavam as pessoas que naquela terra viviam. Hércules chega a Trácia (cidade do Rei Diomedes) e mata o rei e dá sua carne e seu corpo para ser devorado por elas, assim as éguas se acalmam.

Hércules junto ao seu fiel amigo Abderis iniciam a jornada traçando um plano cuidadoso e assim os dois seguem para o objetivo. Encurralam as éguas e assim acorrentadas são capturadas, agora é necessário que sejam conduzidas através do Portal para serem domesticadas e adestradas.

Porém Hércules diz ao amigo para seguir sozinho nessa proeza e levar as éguas pelo Portal. Assim Abderis segue, mas sente medo da tarefa e as éguas se voltam contra ele, ferindo-o gravemente. As éguas fogem e voltam a devastar a cidade. Hércules abatido, retorna a sua tarefa. Procura as éguas por toda parte, prende novamente e as conduz pelo Portal. Mas seu amigo Abdenis já estava morto.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Musicoterapia: efeitos terapeuticos da música nos animais

É primavera no deserto Gobi, na Mongólia. Uma família de nômades assiste ao nascimento dos camelos. Um dos camelos tem um parto muito difícil, mas acaba por dar à luz uma cria albina.

Apesar dos esforços dos pastores, a mãe rejeita a cria, recusando-se a alimentá-la e a amá-la. Quando todas as esperanças parecem ter-se desvanecido, os nômades mandam dois rapazes numa viagem através do deserto à procura de um músico, última hipótese de voltar a juntar a cria e a sua mãe.

Quando o músico chega, executa um ritual extraordinário e o som do seu instrumento e o canto de uma mulher tocam o coração da mãe camelo.

A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria.




A História do Camelo Que Chora
Título original: Die Geschichte vom weinenden Kamel
Byambasuren Davaa, Luigi Falorni
Alemanha, 2003, Cores, 90 min.